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Conformidade

PGR e saúde mental: integrando os riscos psicossociais ao inventário

Como incorporar os fatores de risco psicossocial ao Inventário de Riscos e ao Plano de Ação do PGR, atendendo à NR-1 com documentação pronta para a fiscalização.

10 de junho de 2026 · 6 min de leitura

Com a NR-1 atualizada, o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) não está completo sem os fatores psicossociais. Eles passam a integrar o Inventário de Riscos e o Plano de Ação, de forma indissociável dos riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes.

Inventário de Riscos: o que registrar

Para cada domínio psicossocial avaliado, o inventário deve trazer:

  • A gravidade (severidade) percebida pelos colaboradores;
  • A probabilidade estimada pela gestão;
  • O nível de risco resultante (aceitável, alerta, alto, crítico);
  • Os impactos potenciais à saúde e à organização.

Plano de Ação: do diagnóstico às medidas

Cada risco relevante precisa de medidas de controle, com responsáveis e prazos. Um cronograma de 12 meses, priorizando os domínios críticos, é uma forma reconhecida de estruturar a resposta.

Rastreabilidade para a fiscalização

A documentação deve ser arquivada (a NR-1 fala em no mínimo 20 anos), disponibilizada aos colaboradores, apresentada à CIPA e ao SESMT, e mantida à disposição do MTE. Quando aplicável, integra-se ao eSocial.

O diagnóstico cumpre a primeira etapa; a conformidade plena vem com a implementação efetiva das medidas.

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